BETAR Consultores
A travessia do rio Zambeze tem uma extensão otal de 2376m e é composta pela ponte propriamente dita e por um viaduto de acesso do lado Sul do rio. Ambas as estruturas são constituídas por betão armado pré-esforçado.
A ponte principal tem um comprimento total de 710m, vãos de 137,5m e foi executada por avanços sucessivos. O viaduto de acesso apresenta um comprimento total de 1666m, com vãos de 56m e foi executado por viga de lançamento.
O projecto incluiu, ainda, obras de reabilitação da EN 1 ao longo de cerca de 5km.
A Nova Ponte da Portela permite o atravessamento do Rio Mondego, tendo como objectivo a substituição da ponte rodoviária existente.
A extensão total é de 189.2m, repartida em quatro vãos de dimensões 44.5 m + 2 x 50.1 m + 44.5 m. A obra é constituída por tabuleiro misto aço-betão, com pilares e encontros de betão armado.
Foram efectuados os Projectos das seguintes obras de arte integradas na Subconcessão do Litoral Oeste:
13 Obras de Arte Especiais: Troço IC2 VB – V1 (L=252m, maior vão: 36m), V2 (L=218m, maior vão: 36m) e V3 (L=230m, maior vão: 36m), Troço IC9 FO – V1 (L=149m, maior vão: 33m), V2 (L=138m, maior vão: 36m), V3 (L=174m, maior vão: 36m) e V5 (L=218m, maior vão: 36m); Troço IC9 JF - V1 (L=50m,maior vão: 24m), V2 (L=281m, maior vão: 33m) e V3 (L=257m, maior vão: 36m); Troço IC36 L - V1(L=348m, maior vão: 36m), V2 (L=184m, maior vão: 36m) e V3 (L=814m, maior vão: 39.5m).
Os tabuleiros são constituídos por vigas pré-fabricadas pré-esforçadas de secção "I" ou "U" e pré-lajes colaborantes.
O presente projecto refere-se à substituição do Tabuleiro da Ponte de Penacova sobre o Rio Mondego.
A extensão total aproximada é de 146.70m entre eixos dos apoios extremos com a seguinte modelação de vãos: 33.35+80.00+33.35m.
O tabuleiro é vigado misto aço/betão. Os pilares são de alvenaria e foram reabilitados da ponte existente. O tabuleiro apoia mediante aparelhos de alto amortecimento.
A ponte destina-se à travessia do Estuário do Espírito Santo permitindo a expansão de Maputo para a zona da Ka Tembe. Permitirá ligar a capital à zona Sul do País, até à Ponta do Ouro e à África do Sul.
A travessia é constituída pela ponte principal, em estrutura atirantada com 700m de extensão e vão central de 350m, e por dois viadutos de acesso a Norte e a Sul com extensões de 980m e 1020m, respectivamente.
A BETAR participou no Estudo Prévio e é, actualmente, revisor técnico do projecto de execução.
A nova ponte tem como principal finalidade desviar parte do tráfego rodoviário da ponte existente, principalmente o tráfego de pesados. A travessia é constituída pela ponte principal, com 717m de extensão e vão máximo de135 m, e por dois viadutos de acesso, do lado de Tete e de Benga, com 433m de extensão, cada, e vão máximo de 55m. As estruturas são constituídas por elementos de betão armado pré-esforçados.
A ponte foi executada por avanços sucessivos e os viadutos de acesso por viga de lançamento.
O projecto refere-se à inspecção e reabilitação da Ponte de Angeja sobre o Rio Vouga.
O atravessamento faz-se segundo um tabuleiro isostático constituído por vigas tipo Gerber de inércia variável numa extensão de 250.60 m (11 vãos). Os pilares-parede são de secção rectangular arredondada nas extremidades e as fundações são indirectas.
A intervenção consistiu no reforço das fundações, no atirantamento dos muros de ala e na reparação e reforço dos cachorros, o que veio a exigir a suspensão dos tramos do tabuleiro.
Foram feitas reparações de betão com refechamento e injecção de fendas, substituição de juntas de dilatação e pintura.
O projecto refere-se à inspecção e reabilitação da obra de arte.
A ponte liga as duas margens do Rio Tejo numa extensão total de 756m, incluindo os encontros. É constituída por onze tramos, com vão máximo de 71.3m. O tabuleiro é constituído por caixão em treliça metálica de tabuleiro inferior. Os pilares são de alvenaria. de granito.
O reforço consistiu na colocação de aparelhos de apoio de elevado amortecimento. Este procedimento foi fundamental para baixar a resposta da estrutura e repartir a acção sísmica por todos os pilares mas não dispensou o reforço da base dos pilares e fundações.
O presente projecto refere-se à inspecção e reabilitação da obra de arte.
A ponte metálica rodoviária de Portimão liga as duas margens do Rio Arade numa extensão total de 332 m, com vão máximo de 47m É constituída pela ponte principal e por um tramo de margem.
A estrutura do tabuleiro é constituída por dois caixões em treliça metálica de tabuleiro superior. O tramo de margem é constituído por grelha metálica.
O reforço à ação sísmica consistiu na colocação de aparelhos oleodinâmicos, na execução de uma estrutura de retenção, consolidação de pilares e encontros e execução de jet-grouting. Foi substituída a plataforma rodoviária por lajes pré-fabricadas apoiadas nos nós da treliça.
A reparação incluiu tratamento de elementos metálicos, injecção de fendas, substituição de juntas e pintura.
Foi efectuado o Projectos de dois túneis, que vencem superiormente a galeria do Metropolitano.
Os túneis são estruturas em betão armado de vão único ou de vão duplo com ramos no interior.
O projecto rodoviário para desenvolvimento do Sul de Maputo inclui:
1) Via rápida Maputo/ KaTembe/ Ponta do ouro
2) Inserção do acesso Norte à nova ponte
3) Malha urbana no Distrito Municipal KaTembe, envolvendo cerca de 4056 ha urbanizáveis e uma hierarquia viária coesa
Este projecto respeita à beneficiação do tabuleiro da ponte Açude e à reabilitação das estruturas dos viadutos de acesso, compreendendo 2344m de extensão de plataofrmas rodoviárias.
O projecto e as obras de reabiltiação foram desenvolvidos em duas fases, sendo uma delas com carácter de Emergência incidindo sobre pilares críticos que apresentavam indícios de rotura iminente.
Os trabalhos realizados de acordo com o Proejcto de Execução compreenderam o seguinte:
1) Reforço de pilares através de 3 tipos de intervenção conforme a sua localização e dano:
- reforço de armadura de cintagem
- encamisamento e reforço de armaduras long. e cintagem
- substituição de pilar com suspensão temporária do tabulerio e colocação de aparelhos de apoio unidireccionais no topo
2) Reforço sísmico transversal nos encontros
3) Reforço das fundações de encontro envolvendo recosntrução de mesa de estribo e espelho
4) Reperfilamento da plataforma e injecção de fendas





